«Sexta-feira de Paixão» daria um bom título para uma escaldante história de amor. Sexta-feira seria, claro, um dia de extáticas convulsões amorosas, depois um lânguido sábado de merecido repouso e contemplação e, por fim, porque nem sempre as histórias têm um final feliz, lá viria o fatal domingo de ressureição, momento triste e confrangedor da história: o gradual e doloroso regresso à vida e mundo real porque no dia seguinte é preciso ir trabalhar.