03 janeiro, 2018

REGRESSÃO PARA O JANTAR


Cresci a ler livros infantis cheios de belas ilustrações. Um dos que mais gastei com os dedos e os olhos era sobre o Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda, sendo o mago Merlin a personagem que mais me fascinava e cujas imagens tenho mais presentes, apesar de ter há muito perdido o rasto do livro. Talvez isso explique o facto de, ainda hoje, e admito que com uma certa dose de casmurrice, não conseguir perceber por que raio se chama varinha mágica àquele pequeno electrodoméstico com que trituro os legumes para fazer a base da sopa.