09 setembro, 2011

4' 33''
























7 comentários:

Ega disse...

A não ser que seja algum problema de visualização, este postal não tem qualquer conteúdo certo?

Uma referência a John Cage presumo.

Isabel Pires disse...

Primeiro, o post levou-me a uma pesquisa mais minuciosa sobre esta obra e o seu autor, John Cage, o que reconheço ser um ganho de tempo.
Em segundo lugar, e quase de imediato, relacionei-o com um texto que aqui publicaste a 2 Setembro 2011. Voltamos, então, ao silêncio, aos seus vários conceitos e expressões. Desta vez, aparece-nos o silêncio como acto provocatório. Mas será que este tipo de silêncio poderá estar próximo do "pequeno silêncio", daquele que está entranhado nas coisas? Ou pelo menos, ser uma oportunidade para reflectirmos sobre ele e treiná-lo? Eu diria que sim.

Rita Tormenta disse...

Habitualmente, a audição desta peça, revela-nos uma outra, anarquica, um coro de tosses e fungares de nariz, ou seja , o som do mundo...
O ruído, ou o som não melódico,também integram o espectro do som, tal como o silêncio e a música.
Podemos suspender um destes mas nunca todos, o silêncio é uma artificialidade, ou uma conjectura abstracta.

paulo,sj disse...

Simplesmente... silenciosamente habitada por tanto que se pode dizer sobre esta peça!

Um Abraço!

P.S. - Uma entrevista de John Cage sobre o silêncio:
http://www.youtube.com/watch?v=pcHnL7aS64Y

Ivone Costa disse...

Já passaram, pelo menos, 24 horas, José Ricardo Cage.:)

João Delicado sj disse...

Demorei alguns segundos... mas finalmente percebi o... silêncio inspirado em John Cage :)
Bem visto!

José Ricardo Costa disse...

Este post foi apenas para dizer que iria ficar o fim-de-semana, e um bocadinho mais, em silêncio. Engraçado, engraçado mesmo foi o facto de os comentários terem contribuído para enriquecer a analogia com a composição que dá o título ao post.
Muito obrigado pela vossa colaboração. :)