02 dezembro, 2010

«-ESPERO COBRIR-TE NOVAMENTE DE JÚBILO, Ó COROLA IMARCESCÍVEL DO CANTO. MAS TU ESTARÁS MAIS BRANCA COM A BOCA SELADA PELAS LISAS PEDRAS. E SEI QUE TEREI O AMOR E O PÃO E A ÁGUA E O SANGUE E AS PALAVRAS E OS FRUTOS. MAS TU, Ó ROSA FRIA, Ó ODRE DAS VINHAS ANTIGAS E LIMPAS?»

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