04 dezembro, 2010

ADEUS

Este é o último post que escrevo. Este blogue é uma casa onde sempre estive como convidada e os convidados devem ter a sensatez e compreender quando já não são bem-vindos e incomodam e constrangem, com a sua presença, os donos da casa. Não queria, todavia, fazer as malas sem me despedir dos muitos amigos que comentaram as palavras que por aqui deixei, quer nas caixas de comentários, quer em mails simpáticos ou em conversas de rua. Não negarei que me despeço com tristeza, mas força é que o faça. Não tenho como agradecer a vossa amizade, mas creiam-me profundamente agradecida. Até sempre.

19 comentários:

Margarida disse...

Minha querida Valquíria, consigo aprendi a força do amor-ao-contrário. Consigo percebi que seria mais verdadeira se compreendesse esse lado que nunca quis reconhecer. Foi recente, mas será perene. Esse tipo de 'fenómenos' nem se explicam, quanto mais se agradecem...
A sua escrita é uma das minhas eleitas, um primor que deleita a cada linha, em cada verso.
Sabe onde moro e o que desejo do fundo do coração, sempre que quiser, estou à disposição ('bercejei'!).
Não vou produzir lamentos que nada adiantam, e, de alguma forma, dói-me tanto que nem tenho palavras como deve ser...
:(
Dê notícias, não nos deixe sem as suas superlativas palavras.

m.a.g. disse...

Embora a minha vinda até aqui seja recente, acredite que comecei a apreciar o que escrevia e os temas que abordava. É uma pena e uma menos-valia para o blogue. Os egos são uma complicação desgraçada.

José Cipriano Catarino disse...

Ivone, desculpa a rudeza, mas que merda é esta?
Um abraço amigo.

José Borges disse...

Ivone, não nos faça, ao menos, esperar muito tempo. Sabe por onde andamos, nós que a lemos. Volte com casa própria.

Um beijo*

Anónimo disse...

Todo dia estou aqui em silêncio, respeito também sua decisão. São sempre os convidados que fazem a festa.

Victor

Rita TSBGC disse...

Uma escritora pode até abandonar uma editora mas não poderá largar os seus leitores. Mude a chancela mas convide-nos...
As suas palavras/ setas certeiras são das raras coisas a que sou fiel na blogosfera...
( azar dos Távoras, os sítios a que me acostumo, fecham, ou privatizam-se...)
Desejo-lhe estrada e um tear de palavras boas !!!

estela disse...

concordo com o Zé Borges, Ivone!
volte com casa própria!
até lá um abraço
estela

joao alfaro disse...

O bichinho da escrita está agora mais presente, graças às novas tecnologias que, mercê da divulgação para muitos e não só para alguns, como era apanágio das escritas redutoras, permite que, longe dos círculos mediáticos, se vislumbrem outros caminhos das letras, como é este o caso. Aqui ou num outro blogue, estas rimas e estes pensamentos intimistas e femininos terão de continuar, porque os leitores não podem perder o que se já faz parte do roteiro das leituras dos novos tempos, em que os dias ou são luzidios ou são tristonhos, como acontece em todo o lado, com toda a gente.
Até sempre Ivone.

Reinaldo Amarante disse...

Faço minhas as palavras do Cipriano e de José Borges.
Um beijo amigo.
Reinaldo

jrd disse...

"Short and soft".
Gostei muito de a ler e comentar os seus textos.
Até um dia.

Alice N. disse...

Por vezes, a vida leva-nos a tomar decisões difíceis que, por serem do domínio pessoal, temos o dever de respeitar. Gostaria de, novamente, realçar a beleza da sua escrita e dizer-lhe que sentiremos a falta da sua poesia.

Um abraço,
Alice

Anónimo disse...

Oh...
SaraCabeleira

C. disse...

Não desapareça deste mapa virtual. Mude de casa, que às vezes só faz bem, mas ponha um poema à janela, para vermos onde pára. E podermos ler.

O caminho faz-se caminhando, certo?
:-)))

Abraço

Anónimo disse...

Caramba professora! Abra um blog para a Senhora e continue escrevendo, principalmente os seus poemas.
Atenciosamente,
Cláudio.

Woman Once a Bird disse...

Bom, junto-me às restantes vozes. Deixe-nos novo endereço para a visitarmos regularmente.

Ana Paula Sena disse...

Também eu gostava de a ler. Espero reencontrar a sua escrita.

marteodora disse...

Ivone,
são dolorosas as despedidas. Contudo, sei que esta não será para sempre (se é que alguma é).
Diga-nos o local dos seus poemas. Sei que "Às vezes"lá estarei.
Beijinho,
Margarida.

Micha disse...

Carissima Ivone, gostaria de agradecer do fundo do coracao o facto de ter me ensinado que afinal eu gosto de poesia, e muito. Nao so da sua poesia como tambem da sua escrita cortante, ariculada, inteligente, ironica e muito bem medida. E ca estou eu, na fila junto aos outros, esperando teu novo endereco virtual... e esperamos o tempo que for necessario. Abraco forte,
Micha.

homburg disse...

Un dos ponteiros botou a andar. Boa viaxe.