25 novembro, 2010

«FALEMOS DE CASAS, DA MORTE. CASAS SÃO ROSAS PARA CHEIRAR MUITO CEDO, OU À NOITE, QUANDO A ESPERANÇA NOS ABANDONA PARA SEMPRE»

5 comentários:

Margarida disse...

Que curioso..., ao iniciar a leitura imaginei..., bem , eis um rapidíssimo caso de 'mistaken identity'.
Ou não.
Como diz(ia) aquele que jaz no Père Lachaise: "WAKE UP!"

jrd disse...

..."Falemos de casas como quem fala da sua alma, entre um incêndio, junto ao modelo das searas, na aprendizagem da paciência de vê-las erguer
e morrer com um pouco, um pouco
de beleza."

josé manuel chorão disse...

A esperança é o lugar onde estamos.
Uma mulher, uma casa, um cão, nós mesmos ou um bom livro.
A esperança é o jardim que cultivamos e eternamente se renova...

marteodora disse...

Bemmmm, que fotão amigo Zé! My kind. LINDA.
Xiiii, tão invejosa que estou...

addiragram disse...

Belíssima e nostálgica fotografia.
um beijo.