09 setembro, 2010

CONTO DE FADAS - I

Abriam as portas
de rompante
e o eco afiado das espadas
corria pelas salas,
pelos degraus
galgados dois a dois.

E desapareciam
como um rasto de archotes a arder
ou um tropel de cavalos na floresta.

1 comentário:

jrd disse...

Pelo sim pelo não é de ficar "en garde"!