11 abril, 2010

O MUNDO COMO VONTADE E REPRESENTAÇÃO


"Chorei quando me disseram. Sinto que controlo a minha vida e o meu corpo, e entretanto acontece isto, e não depende em nada de mim" Martina Navratilova, 53 anos, depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro da mama em Fevereiro.

1 comentário:

Alice N. disse...

A doença é sem dúvida aquilo que mais brutalmente nos põe diante da nossa pequenez e impotência. Paradoxalmente, é também a doença que muitas vezes leva o ser humano a descobrir dentro de si forças e valores até então desconhecidos. É impressionante a coragem com que muitos enfrentam doenças como o cancro e a coragem que ainda transmitem a quem os rodeia. Um exemplo.