15 março, 2010

MONEY MAKES THE WORLD ALL AROUND


Francis Ford Coppola confessou que sempre ambicionou poder vir um dia a ganhar dinheiro suficiente para realizar um filme pessoal, sem estar condicionado por preocupações financeiras. Esse filme viria a ser Tetro. Pessoal, a preto e branco, parcialmente falado em espanhol. Os cinéfilos, claro, só deverão estar agradecidos ao facto de Coppola ter ganho muito dinheiro antes deste filme (o José Borges tem razão relativamente ao final).
Mas o que eu quero agora dizer é apenas o seguinte: será sempre bom viver numa sociedade onde haja pessoas a ganhar muito dinheiro, desde que esse dinheiro beneficie a sociedade no seu todo. Quem diz o cinema, diz outra coisa qualquer.

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