29 janeiro, 2010

DOS CONSERVADORES


Ser conservador, portanto, é preferir o familiar ao desconhecido, preferir o experimentado ao não experimentado, o facto ao mistério, o real ao possível, o limitado ao ilimitado, o próximo ao distante, o suficiente ao demasiado abundante, o conveniente ao perfeito, um presente sorridente a uma felicidade utópica.
Michael Oakeshott, On being conservative, in Rationalism in Politics and Other Essays

2 comentários:

Alice N. disse...

Belíssima definição. Revejo-me nela em grande parte, se bem que o desconhecido, o não experimentado e o mistério também tenham por vezes o seu encanto. O ideal será ser consevador, não fechando de todo as portas ao que é novo. Assim saibamos distinguir o que merece ocupar o espaço do nosso conservadorismo.

jrd disse...

Pois, mas eu não!
Conservas mesmo, só as de atum...
bfs
Abraço