14 agosto, 2009

GUERRA E PAZ - XLV

"Tornava-se evidente que não existia nas convicções de Napoleão, desde há muito, a possibilidade de ele cometer erros, e que, no seu entender, tudo o que fazia era bom, não porque coincidisse com o conceito do bem e do mal, mas porque era ele quem o fazia". Vol III, Livro I, cap. 7
Para Karl Popper, a boa ciência é aquela que, incessantemente, procura o erro no seu próprio processo. Também um mundo onde as pessoas, em vez de fazerem coincidir a verdade consigo próprias, reconhecessem a falibilidade inerente à sua própria natureza, seria certamente um mundo melhor.

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