26 maio, 2009

MOMENTO BORGESIANO DO DIA


Pergunta- Estabeleça uma distinção entre juízo estético e juízo cognitivo.

Resposta- Juízo estético só estético que não existir interesse enquanto que no juízo congnifivo já existe de alguma forma interesse por exemplo ir deprepositadamente algum sítio só para ter prazer ver apreciar algo.

6 comentários:

lira disse...

Impecável! São os tais das novas oportunidades?

marteodora disse...

De que ano e nacionalidade é o autor desta resposta?

Alice N. disse...

Esta é mesmo de liquidar qualquer um. Não há hipótese!...
Ontem, corrigi algumas composições de várias linhas, sem um único sinal de pontuação e com erros de bradar aos céus (na verdade, não posso dizer que eram composições). Mas há mais. Num exercício de análise morfológica, um aluno responde que a palavra "qualquer" é um "determinante indefinido... bissexual" e também já me apareceram "adjectivos unissexo". E eu, com isto tudo, nem sei se ria ou se chore.
Está visto que alguns alunos têm muito mais em que pensar... Curiosamente, muitos vão transitar com positiva na maioria das disciplinas. É de uma pessoa ficar de rastos!
:(

estela disse...

no prólogo do livro Elogio da sombra, Borges anota que “não sou possuidor de nenhuma estética. (...) Descreio das estéticas. Em geral, não passam de abstrações inúteis...”


:))) excelente juízo cognitivo de vocês os três (b, jr, a) :)))

José Ricardo Costa disse...

Não se trata de uma situação assim já tão isolada. Há, cada vez mais, alunos a escreverem com este português. Também se dá o caso de haver bons alunos que, em respostas de dissertação, não conseguem escrever mais de quatro ou cinco linhas. O que está a acontecer na escola portuguesa é uma verdadeira calamidade cujas consequências ainda não sou capaz de prever.

JR

addiragram disse...

É de se ficar gelado! Conversando, há dias, com o meu filho (11º ano) ele dizia-me : nós só aprendemos verdadeiramente a escrever com o professor C.Se lermos as nossas composições, anteriores a este professor, as nossas ideias apareciam desorganizadas.Ele é que nos ensinou a organizar um texto.
O que se mostra aqui não decorre só de um ensino doente mas de um pensamento que não se estruturou.