25 abril, 2009

BOUVARD ET PÉCUCHET


Ontem, na Antena 2, duas pessoas conversavam sobre a música de Beethoven, a propósito dos seus quartetos. Uma delas registou com veemência o facto de a a música de Beethoven ser um capítulo incontornável na história da música erudita.

A outra, numa espécie de fusão mística com as palavras do seu interlocutor, disse então que sim, absolutamente incontornável, e que tanto assim era que sem a música de Beethoven na Alemanha não teria havido um Hector Berlioz em França.

Eu adoro este tipo de frases. E dão-me um jeito enorme. É o tipo de frases que eu gosto de decorar para depois poder reproduzir em conversas. De ora avante, sempre que converse sobre música e venha à baila a música de Beethoven, irei poder sempre dizer: "Beethoven! Ah! Sem Beethoven na Alemanha não teria havido um Hector Berlioz em França".

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