01 fevereiro, 2009

O ÚLTIMO SELO

Agora, que arrumo coisas quase todos os dias, vejo que existem, poucas, muito poucas fotografias minhas. Isso tem uma explicação: detesto ser fotografada.
Porém, sei que, se existissem fotografias minhas, não passariam de versões desta. Como mais luz, com menos luz, tirada de um ângulo, tirada de outro ângulo.

Até agora, tem corrido bem. O meu colega Bastos, de reconhecidos méritos, ensinou-me muito: uma abertura onde me agrada imenso a ideia de sacrificar um peão e uma defesa siciliana praticamente inexpugnável.

Mas ando destreinada. Mais dia menos dia, vou ter de aprender sueco. Se houver tempo para algum diálogo.

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