23 fevereiro, 2009

O CAIS DE NÁPOLES


Enrico Caruso nasceu numa família pobre de Nápoles, terceiro de sete filhos. O pai, alcoólico, não queria que ele andasse na escola para ir trabalhar. Um dia, já com 18 anos, estava a cantar numa pracita junto ao cais de Nápoles, quando, por acaso, passa por ali um jovem barítono chamado Eduardo Missiano, que o leva até junto do seu professor, Guglielmo Vergine. Há momentos da vida assim. Em que, por acaso, há um barítono que passa pelo cais de Nápoles, no exacto momento em que, por acaso, um jovem Enrico se encontrava ali a cantar.
Quase sempre, a distância entre a pura infelicidade e a pura felicidade está numa passagem ocasional pelo cais de Nápoles.

4 comentários:

José Borges disse...

A coisa mais parecida que me aconteceu no cais de Nápoles foi a minha mãe ter sido agredida com uma bola de ténis no rabo por uns miudos que se puseram em fuga logo de seguida...

José Ricardo Costa disse...

Pessoas há que, desde muito cedo, têm o destino traçado. :-)

JR

addiragram disse...

Todos nós esperamos, talvez, o momento de pura felicidade.Enquanto ele não chega vamos jogando no euromilhões...

Anónimo disse...

Eu so na familia Napoles

o meu no e Jonatan Napoles de Oliveira aminha familia e de italia
o prisipal soberano era o meu tataravo.