16 janeiro, 2009

OBJECTORA DE CONSCIÊNCIA

Uma colega pediu-me para dar uma olhadela ao não sei bem o quê, que está a passar na TV, sobre Equador de Miguel Sousa Tavares. Disse logo que não, não e não. Eu sei que não há maior parvoíce que argumentos ad hominem. Mas tenho direito a ser parva: eu não leio, não vejo, não ouço, não quero saber de nada que tenha a ver com MST.
Miguel Sousa Tavares só tem uma coisa boa: chamava-se Sophia e, infelizmente, já morreu. Para mágoa de todos nós ainda não voltou, como prometera, para buscar os instantes que não viveu junto do mar.

1 comentário:

Anónimo disse...

Na verdade, no discurso vulgar o argumento ad hominem é de uma grande fragilidade... (Não assim, como se sabe, no debate jurídico).

No Equador (livro) já tentei várias vezes entrar... sem sucesso: desisto.

Consta-me que sim, que corre uma série na TV com base naquele romance... Mas como a "caixinha" me não atrai... estou salvo.

Bom, mas há crónicas do Miguel de que eu gosto. Embora, por vezes, o ache um bocado "morcãoue" (influência, talvez, do "dragãoue"...)
jl