23 dezembro, 2008

SEXO, SEXO, SEXO

O ex-cardeal Ratzinger, e actual papa, não pára de nos surpreender. Desta vez veio dizer que a homossexualidade é uma destrução da obra de Deus. Eu não entendo esta obstinação em relação ao sexo por parte de uma igreja que se reclama da mensagem de um judeu, filho de um Deus e de uma virgem, que nunca fala de sexo.
Aliás, eu diria mesmo o seguinte: se esse judeu disse para crescermos e procriarmo-nos, provavelmente fazer a apologia da castidade é que representará uma destruição da obra de Deus. Por exemplo, ser padre católico.

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