30 outubro, 2008

NOZES CHEIAS DE VOZES

Meu Deus! Podia ver-me confinado ao interior de uma noz e considerar-me rei dos espaços infinitos.
William Shakespeare, Hamlet, acto II, cena II

1 comentário:

jl disse...

Soberbo!

(A extraordinária riqueza e sensibilidade que pode encher o "interior" do Homem!)

jl