23 outubro, 2008

A ARTE DA FUGA


Fiz hoje uma viagem de carro durante a qual fui a ouvir a Arte da Fuga, de J. S. Bach.

A viagem foi entre a minha escola, na qual ficou o projecto educativo, mais o PAA, mais o PCT, mais o PCE, mais os descritores e toda a lixeira burocrática que empesta a escola portuguesa, e uma outra escola, onde me transformo em aluno, e na qual estive a ouvir um professor falar sobre ética epicurista.

Tenho pena de que J. S. Bach, na altura em que compôs a Arte da Fuga, não tenha podido entender a verdadeiro significado daquela obra.

3 comentários:

Anónimo disse...

"Se bem me lembro", cuido que ouvi (li, talvez) alguém explicar que o João Sebastião "escreveu" essa peça absolutamente impelido por um sentimento premonitório: não antevendo o "mau tempo no canal" mas o canal do mau tempo...

jl

DDT: talvez se não tivesse tratado de uma sensação (a do JSB) basto epicurista. De todo.

jl

Margarida disse...

Pois é!... Incrível!... Quem quiser fazer a viagem do conhecimento, vire costas àquilo que se designa hoje por escola e vá ouvir os mestres, onde quer que eles estejam...

gustavo faria disse...

falta falar dos OI's (ler óís)!!